3 perguntas mais frequentes sobre exames de DNA

resumo

Encontra-se numa fase da sua vida e precisa de fazer um exame de DNA para provar quem é o pai da criança. Talvez seja a mãe de uma criança recém-nascida e precise das ajudas do pai para o apoio à criança.
Ou, já é adulto e tem-se questionado quem é o seu verdadeiro pai biológico. Qualquer situação em que se encontre tem que ter uma solução para o seu problema e a solução é um exame de DNA.

Como sabe um Exame de DNA envolve sempre duas pessoas, se estamos a falar de provar a paternidade então o exame de dna envolve a criança (adulta ou não) e o suposto pai.

De qualquer das formas precisa sempre da vontade da outra parte para colher as amostras (ou da criança) para que o teste possa ser executado.

O exame de DNA nos dias que correm é bastante acessível, este é realizado pela colheita de ADN na boca «bochechas», conhecido por esfreganço bucal e normalmente os preços variam entre os 225€ e os 750€.

Veja mais informações sobre o exame de DNA, Preço, Tempo de Execução e Clínicas de DNA

Faz parte do ser humano seguir sempre o caminho mais fácil.

Atualmente já é possível executar o exame de dna através de cabelos, escovas dos dentes ou outras amostras forenses, mas este caminho carece sempre das mesmas autorizações como um exame de dna realizado às células da boca ou ao sangue.

Por ser mais fácil colher cabelo, este não deixa de estar sujeito à mesma legislação como se a colheita fosse realizada ao sangue.

Se pensa fazer o exame de dna com amostras de outra pessoa maior de idade sem o consentimento para a execução. Pare!

O caminho mais fácil nem sempre é a solução. E certamente cometer um crime não é a solução.

A utilização de DNA no exame deve sempre ser consentida pelos intervenientes no exame, quando envolve um menor o consentimento deve ser dado pelo tutor(es) legal.

E se a outra parte se recusar a executar o exame?

Não existem muitos caminhos nesta situação.

  1. As partes estão de acordo com execução do exame de DNA, com um advogado a mediar o caso;
  2. As partes não estão de todo de acordo; então a parte interessada deve recorrer aos tribunais para obrigar a pessoa que se recusa a executar o exame de dna.

Contudo, tenha em atenção aos prazos para abrir os processos de averiguação de paternidade.

O exame de DNA deve ser feito o quanto antes possível, só assim conseguirá ter a estabilidade emocional que tanto precisa.

Já ouvi falar de clínicas de DNA que alteram resultados!

Todos nós já ouvimos falar em fraude de cartão de crédito, fraude em bano e até mesmo fraude fiscal… mas Paternidade?

Claro que depende do conceito que estamos a falar de fraude.

  1. As clínicas intencionalmente adulteraram os resultados. ou
  2. Uma mãe alega que um homem é o pai da criança sem ter a certeza.

Ponto 1

Relativamente ao primeiro ponto, se o laboratório estiver legal em Portugal é um Mito. Entenda que a adulteração de um exame é crime! Nenhuma empresa, organismo ou profissional de saúde cometeria um crime.

Se a empresa que está a usar para executar o seu exame de dna está ilegal e nem número de contribuinte tem, então é provável que possa alterar os resultados.

Ponto 2

Relativamente ao segundo ponto, infelizmente, é mais frequente do que pensa, as mães para solucionarem o seu problema no curto prazo, escolhem “o melhor pai”, evitando o transtorno de executar um exame de dna.

Expressões como “a criança tem os teus olhos”, “é mesmo o teu nariz”, são muitas vezes utilizadas afim de o presumível pai assinar a filiação da criança.

Por vezes e afim da verdade, nem a mãe sabe muito bem quem é o pai, porque esteve com duas pessoas num momento muito próximo e na altura que descobre que está grávida, opta pelo «melhor partido», uma pessoa que possa arcar com todos os gastos envolvidos durante o crescimento da criança.

Em Conclusão,

Imagine o impacto psicológico de ser enganado para criar ou ajudar a criar uma criança que acredita ser sua, às vezes por décadas e saber de um momento para o outro, através de um exame de dna que toda a sua vida foi uma mentira!

Na realidade por vezes as mães esquecem-se do mais importante que é a saúde do filho. Ao registar o filho com o pai errado, os médicos terão em conta o historial do pai registado, mantendo a mentira as mães privam as crianças de um acompanhamento adequado do seu passado genético.

Um exame de dna é essencial, quando existe duvidas quando ao verdadeiro pai da criança.

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