Teste de ADN para efeitos de Imigração - Serviços SEF ou equivalente internacionalmente.

Afonso queria juntar-se o mais rapidamente à irmã Betina e ao primo Robert nos Estados Unidos. Com as oportunidades económicas a aumentar no seu país de residência, ele «Afonso» estava pronto para um novo começo num novo país. Com alguma ajuda da família nos E.U.A, ele tinha a certeza que tinha preenchido e enviado os formulários de imigração corretamente. Como não havia uma certidão de nascimento válida, a única forma de obter uma prova que era irmão de Betina foi através de um teste de ADN de imigração. Após apresentação dos documentos e do teste de ADN, esperou e esperou novamente … apenas para descobrir que seu pedido tinha sido negado pelos Serviços de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS).

 

Então o que aconteceu?

Afonso cometeu um erro comum no processo que poderia ter sido evitado com um pouco de pesquisa e os conselhos certos. Aqui estão alguns dos erros mais comuns quando tem que fazer um teste de ADN para um processo de imigração.

Se o objetivo é imigrar para os E.U.A ou Canadá tem que escolher um laboratório com certificação AABB, se é para apresentar na Europa tem que verificar se o laboratório tem a certificação ISO17025 e em alguns Países verificar se o laboratório pertence “à lista” dos laboratórios autorizados a conduzir este exame.

Nos E.U.A. o USCIS exige que todos os testes de ADN de imigração sejam solicitados e realizados por um laboratório certificado pela AABB, uma organização independente que estabelece padrões para processos e controle de qualidade para testes de ADN. Infelizmente, Afonso e sua irmã não escolheram um laboratório com acreditações pela AABB para o teste e, portanto, o USCIS negou a sua inscrição.

 

Como evitar este erro?

O site da AABB mantém uma lista atual de instalações de teste acreditadas, para que possa ter certeza de que está a escolher o laboratório correto.

Em Países Europeus a Lei não é uniforme, por exemplo na Suíça e no Reino Unido existe «uma lista» dos laboratórios onde pode realizar este exame. Cada País tem suas Leis na Europa pelo que deve sempre informar-se antes de avançar com o exame de ADN.

 

Fazer o teste de ADN sem a autorização do SEF (Serviços de Estrangeiros e Fronteiras)

Realizar um teste de ADN o quanto antes para provar um relacionamento biológico parece uma boa ideia, mas pode definitivamente ser um erro – mesmo que seja realizado por um laboratório acreditado pela AABB ou ISO 17025. Deve sempre esperar para receber a documentação do SEF ou de outra agência que solicite especificamente o teste de ADN de imigração. A apresentação de resultados não autorizados de testes de ADN ao SEF pode resultar em atraso ou até mesmo em rejeição. Aliás o SEF pode mesmo solicitar um novo exame de ADN. E terá que pagar um novo exame.

 

Como evitar este erro?

Para evitar atrasos e as despesas desnecessárias de outro teste, certifique-se de ter a documentação do SEF em mãos antes de solicitar e pagar ao laboratório o teste.

 

Iniciando o processo de teste tarde demais para cumprir os prazos

Depois de receber a autorização do SEF para a realização de um teste de ADN e a documentação em mãos, os serviços competentes geralmente concede um prazo para a conclusão do teste de ADN. Os requerentes subestimam frequentemente o tempo que leva para a realização de um teste de ADN, deixando tudo para o momento da entrega da documentação.

 

Como evitar este erro? Para evitar “encurtar demais” e possivelmente perder os prazos da entidade que solicita para os testes de ADN, entre em contato com o laboratório e solicite o teste assim que a autorização for concedida.

 

Fornecendo informações incorrectas ou incompletas do requisitante.

A embaixada no país estrangeiro do beneficiário é quem entra em contato com esse beneficiário para organizar o teste de ADN e é responsabilidade do requerente garantir que as informações de contato sejam as corretas. Se cometer um erro no número de telefone ou endereço de e-mail do requerente, os serviços SEF não poderão entrar em contato consigo, resultando em atrasos ou prazos perdidos. O requerente também precisa levar a identificação para a colheita de ADN para atender aos requisitos da cadeia de custódia.

 

Como evitar esse erro? verifique duas e três vezes todas as informações de contato que fornece na altura da Colheita de ADN para garantir que estão corretas. Também é essencial lembrar ao requerente que verifique os seus e-mails com frequência para não perder a correspondência da embaixada/ SEF.

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